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Qualidade do solo para aqüicultura

A qualidade do solo para a aqüicultura foi o assunto da reunião, em Juazeiro (BA), entre técnicos e pesquisadores da Codevasf, Embrapa Semi-Árido, Embrapa Solos, Univasf e Uneb ligados às áreas de pedologia e aqüicultura
publicado: 13/04/2007 10h20, última modificação: 20/06/2018 17h07

A qualidade do solo para atividades de aqüicultura foi o assunto da reunião, em Juazeiro (BA), entre técnicos e pesquisadores da Codevasf, Embrapa Semi-Árido, Embrapa Solos (Rio de Janeiro), Univasf e Uneb ligados às áreas de pedologia e aqüicultura. O objetivo foi discutir as propriedades físicas, químicas e biológicas de qualidade do solo que são necessárias para definir sua aptidão, em maior ou menor grau, para uso aqüícola.

A proposta da reunião é incluir no sistema de classificação de terras para irrigação (SIBCTI), sistema criado pela Codevasf e Embrapa, aquelas áreas que, não se prestando à irrigação, podem ser usadas em aqüicultura, exploradas tanto em nível comercial como na atividade familiar sustentável, promovendo a segurança alimentar.

Uma reunião dessa natureza ainda não havia sido realizada no Brasil. As instituições envolvidas acreditam que tal estudo ajudará na seleção de áreas prioritárias à aqüicultura, podendo ser incluído em planos estaduais/federais de zoneamento econômico-ecológico.

RIQUEZA NACIONAL

A aqüicultura é uma atividade que vem crescendo no mundo. No Brasil não é diferente, hoje o país é considerado o segundo maior produtor aqüícola da América Latina com a produção anual de 270 mil toneladas, representando 28% da produção brasileira total de pescado.

Hoje, a região Nordeste do Brasil é a que mais concentra pessoas que têm no cultivo de organismos aquáticos sua atividade principal, segundo o censo do IBGE realizado no ano 2000. O estado com maior número de aqüicultores é a Bahia, com 2,5 mil produtores dos 19,2 mil levantados, seguido do Rio Grande do Norte e Ceará.

 

 

 

 

 

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Técnicos, pesquisadores, professores, Codevasf, sede, 3ª e 6ª Sr’s, Embrapa Semi-árido e Embrapa Solos do Rio de Janeiro, Univasf e Uneb, todos eles ligados às áreas de pedologia e aqüicultura, estiveram reunidos durante o período de 28 a 30 de março, na sede da Codevasf 6ª SR, para discutir as propriedades físicas, químicas, biológicas de qualidade de solo que são necessárias para definir sua aptidão, em maior ou menor grau, para uso em aqüicultura.

Existem alguns tipos de solos que não são apropriados à irrigação, mas podem ser muito bem usados para piscicultura, a exemplo dos que apresentam baixa permeabilidade e alta plasticidade, merecendo classificação apropriada para tal finalidade.

A intenção da reunião é dar o ponta-pé inicial para incluir no sistema de classificação de terras para irrigação (SIBCTI), sistema esse criado por iniciativa da CODEVASF junto com a EMBRAPA, aquela áreas que, não se prestando à irrigação, podem muito bem ser usadas em aqüicultura, para ser exploradas tanto a nível comercial como a nível da aqüicultura familiar sustentável, promovendo a segurança alimentar.

Acreditamos que seja a primeira reunião técnica realizada neste sentido no Brasil, tal estudo ajudará posteriormente para seleção de áreas prioritárias à aqüicultura, podendo ser incluído em planos estaduais/federais de zoneamento econômico-ecológico.

Aquicultura é uma atividade que vem crescendo no mundo, no Brasil não é diferente, hoje o segundo maior produtor aqüícola da América latina com a produção anual de 270.000 toneladas/ ano, o que representa 28% da produção brasileira total de pescado.

Hoje a região nordeste do Brasil é a que mais concentra pessoas que têm no cultivo de organismos aquáticos sua atividade principal, segundo o censo do IBGE realizado no ano 2000, e o estado com maior número de aqüicultores é a Bahia com 2.520 aqüicultores dos 19.277 levantados, seguidos do Rio Grande do Norte e Ceará.