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Presidentes da Codevasf e da Embasa detalham obra da Adutora do Algodão para imprensa baiana

Numa entrevista coletiva na manhã desta quinta (08), o presidente da Codevasf, Elmo Vaz, e o presidente da Embasa, Abelardo de Oliveira Filho, irão detalhar para a imprensa baiana a obra, o investimento e os benefícios trazidos à população da região de Gunanambi (Oeste baiano) pela Adutora do Algodão - considerada a maior obra já executada para oferta de água numa região que sofre com os efeitos de estiagens prolongadas.
publicado: 08/11/2012 11h33, última modificação: 20/06/2018 17h15

Numa entrevista coletiva na manhã desta quinta (08), o presidente da Codevasf, Elmo Vaz, e o presidente da Embasa, Abelardo de Oliveira Filho, irão detalhar para a imprensa baiana a obra, o investimento e os benefícios trazidos à população da região de Gunanambi (Oeste baiano) pela Adutora do Algodão - considerada a maior obra já executada para oferta de água numa região que sofre com os efeitos de estiagens prolongadas.

A entrevista coletiva - que será às 11 h no Centro Empresarial Carlos Fabrício Costa (Alphaville I), em Salvador - foi convocada pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República. Na sexta (09), às 9h30, na Estação de Tratamento de Água do município de Malhada, a presidenta Dilma Rousseff irá participar da inauguração da primeira etapa da Adutora, obra que é uma parceria do Ministério da Integração Nacional (MI), por meio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), e o Governo do Estado da Bahia, por meio da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa).

O ato de inauguração terá, ainda, a presença do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, e do governador da Bahia, Jaques Wagner. Nessa primeira etapa, os investimentos totalizam R$ 136 milhões, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), sendo R$ 75,7 milhões repassados à Embasa e outros cerca de R$ 60 milhões aplicados diretamente pela Codevasf. Na segunda etapa, serão investidos R$ 55 milhões, aproximadamente.

A primeira etapa do empreendimento compreende 279,5 quilômetros de adutoras, uma estação de tratamento de água, uma estação de tratamento de lodo, seis elevatórias, seis reservatórios e uma estação de tratamento com capacidade de vazão de 450 litros por segundo. Ao final das duas etapas, a Adutora do Algodão irá abastecer as casas de cerca 165 mil habitantes.

Na primeira fase, serão beneficiados os municípios de Malhada, Iuiú, Palmas de Monte Alto, Candiba, Pindaí, Matina e Guanambi; as localidades de Mutãs (Guanambi) e Pajeú do Vento (Caetité), além de localidades rurais situadas ao longo da área de influência do sistema. Já na segunda etapa, a obra vai reforçar o abastecimento de água na sede municipal de Caetité e nos distritos de Morrinhos (município de Guanambi), Maniaçu e Brejinho das Ametistas (município de Caetité) e Ibitira (município de Rio do Antônio).

A Adutora do Algodão, com abastecimento de água por meio de captação no rio São Francisco, permitirá a solução do problema de suprimento de água de forma definitiva da região. Quando finalizado, o empreendimento também permitirá que a barragem de Ceraíma volte a fornecer água para a produção de alimentos no Projeto de Irrigação Ceraíma, que foi paralisada desde 2008, e para o rio Carnaíba de Dentro. Além do Projeto Ceraíma, que conta com uma área de 420 hectares irrigáveis distribuídos em 112 lotes agrícolas de produtores familiares, a barragem fornece água para outros produtores externos e beneficia diretamente uma população de cerca de 1,7 mil pessoas.