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MI/Codevasf incentivam desenvolvimento de áreas de sequeiro em perímetros irrigados

O Ministério da Integração Nacional, por meio da Codevasf, vai ampliar o desenvolvimento de áreas de sequeiro (ou pluvial) integradas a perímetros de irrigação. O primeiro projeto beneficiado é o do Pontal (PE). A experiência deve ser expandida para os projetos Salitre (BA), Baixio de Irecê (BA) e Canal do Sertão Alagoano (AL). O objetivo é investir nos arranjos produtivos locais e dar mais estrutura à economia de cidades do Semiárido brasileiro.
publicado: 24/05/2012 15h07, última modificação: 20/06/2018 17h13

O Ministério da Integração Nacional, por meio da Codevasf, vai ampliar o desenvolvimento de áreas de sequeiro (ou pluvial) integradas a perímetros de irrigação. O primeiro projeto beneficiado é o do Pontal (PE). A experiência deve ser expandida para os projetos Salitre (BA), Baixio de Irecê (BA) e Canal do Sertão Alagoano (AL). O objetivo é investir nos arranjos produtivos locais e dar mais estrutura à economia de cidades do Semiárido brasileiro.

“Inauguramos um novo modelo de relacionamento dos projetos de irrigação com o seu entorno”, disse o ministro Fernando Bezerra Coelho, durante assinatura de autorização de ocupação de lotes no Pontal Sequeiro, nesta quarta-feira (24/5), em Petrolina. Serão beneficiados 141 agricultores, que se dedicam em áreas de cerca de 50 hectares à caprinocultura, apicultura, cultivo de mandioca e extrativismo de umbu.

O projeto é uma iniciativa pioneira da Codevasf de apoio a produtores da região beneficiada pela implantação do perímetro irrigado. “Esta é a verdadeira reforma agrária, pois você não dá só a terra, mas também a oportunidade de se realizar um trabalho com dignidade”, afirmou o presidente da Codevasf, Elmo Vaz.

O Ministério da Integração Nacional vai investir, ainda, R$ 31 milhões no Projeto Pontal, que tem 7.800 hectares irrigados. Parte do montante vai para infraestrutura e R$ 9 milhões serão destinados às ações do Pontal Sequeiro.

“Hoje temos um desenvolvimento sustentável adequado, uma assistência técnica de qualidade, somos capacitados e treinados”, disse Josélia Carina, presidente da cooperativa dos produtores do Pontal. “E agora damos os primeiros passos para vivermos apenas do nosso cultivo e já sabemos que nossos filhos poderão ficar aqui”, concluiu.