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Codevasf investe em unidade de beneficiamento de coco macaúba no norte de Minas

Com o objetivo de ampliar a capacidade de processamento do coco macaúba, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional (SDR/MI), está investindo recursos da ordem de R$ 165 mil em equipamentos e materiais para a unidade de produção e beneficiamento instalada pela empresa na comunidade Riacho D'anta, em Montes Claros (MG).
publicado: 10/09/2012 16h07, última modificação: 20/06/2018 17h14

Com o objetivo de ampliar a capacidade de processamento do coco macaúba, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional (SDR/MI), está investindo recursos da ordem de R$ 165 mil em equipamentos e materiais para a unidade de produção e beneficiamento instalada pela empresa na comunidade Riacho D'anta, em Montes Claros (MG).

A ação faz parte da estruturação do Arranjo Produtivo Local (APL) do coco macaúba, que teve início em 2007, em parceria com a Associação dos Pequenos Produtores Rurais de Riacho D’Anta e Adjacências, visando incentivar a produção e o beneficiamento sustentável dessa espécie de palmeira na microbacia do rio Riachão, que abrange nove municípios do norte de Minas Gerais.

A Codevasf também já realizou investimentos na construção de um galpão de 300 m² para estocagem do coco macaúba e de produtos oriundos de seu beneficiamento, bem como na implantação de um viveiro de mudas com capacidade de produção anual de 500 mil unidades, não só do coco macaúba, mas também de outras espécies nativas, com a finalidade de recompor áreas degradadas.

De acordo com o presidente da Associação dos Produtores de Riacho D'anta e Adjacências, Agnaldo Fonseca, o trabalho feito na unidade envolve hoje mais de 600 famílias que fazem a coleta do coco macaúba. O volume de frutos coletados das palmeiras aumentou de 120 toneladas anuais para 250, podendo chegar, segundo Fonseca, a mais de 350 toneladas no próximo ano.

Todo esse material é entregue diretamente na unidade de beneficiamento para fabricação de produtos, como sabão em barra, óleo de amêndoa, óleo de polpa da macaúba, ração para alimentação animal, além de óleo para produção de biodiesel e outros usos. A atividade gera uma renda de mais de R$100 mil por ano, valor distribuído entre as famílias associadas.