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Codevasf incentiva produção de coco macaúba no Norte de Minas

A Codevasf inaugurou, nessa quinta-feira (13), um galpão de armazenamento de coco macaúba na comunidade de Riacho D'anta, município de Montes Claros (MG). São mais de 300 m² destinados à estocagem do coco e dos produtos oriundos do beneficiamento dessa fruta.
publicado: 14/10/2011 10h40, última modificação: 20/06/2018 17h12

A Codevasf inaugurou, nessa quinta-feira (13), um galpão de armazenamento de coco macaúba na comunidade de Riacho D'anta, município de Montes Claros (MG). São mais de 300 m² destinados à estocagem do coco e dos produtos oriundos do beneficiamento dessa fruta.

Segundo o superintendente da Companhia em Minas Gerais, Dimas Rodrigues, essa é mais uma ação para levar o desenvolvimento sustentável às pequenas comunidades rurais do vale do rio São Francisco no estado. A iniciativa faz parte da estruturação do Programa de Apoio ao Arranjo Produtivo Local – APL do Coco Macaúba, que teve início em 2007 em parceria com a Associação dos Pequenos Produtores Rurais de Riacho D'anta e Adjacências. O objetivo é incentivar a produção e o beneficiamento sustentável do coco macaúba na microbacia do rio Riachão e região.

Para viabilizar a estrutura, a Codevasf investiu mais de R$ 140 mil. Mas as ações não param por aí, como afirma o engenheiro agrônomo Alex Demier, responsável pelo programa APL da Codevasf em Minas. Mais R$ 45 mil estão sendo empregados na aquisição de materiais e equipamentos para implantação de um viveiro de mudas nativas, com capacidade de produção de 500 mil mudas por ano.

Com isso, será possível o incremento da capacidade da associação em receber matéria-prima de toda a região e ainda produzir mudas de coco macaúba e de outras espécies nativas com a finalidade de repovoar áreas já desmatadas.

Beneficiamento - Com 44 pequenos produtores rurais, a Associação de Riacho D'Anta trabalha diretamente com mais de 240 famílias que catam e entregam o coco para a Unidade de Beneficiamento desse produto. No local, são fabricados sabão em barra escuro, sabão em barra amarelo, óleo de amêndoas, óleo de polpa da macaúba, ração para bovinos, suínos, caprinos, ovinos, equínos e aves, além de óleo para produção de biodiesel e outros usos.

Para toda essa produção, que, de acordo com o presidente da associação, João José Fonseca, já tem mercado certo, são processadas, anualmente, mais de 16 mil caixas de coco macaúba advindas do agroextrativismo.