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Exposição Agropecuária e Cultural do Baixo São Francisco

A Superintendência Regional da Codevasf em Alagoas realizou a III Exposição Agropecuária e Cultural do Baixo São Francisco. Dezessete empresas e instituições participaram durante os três dias do evento. Em média cerca de 5 mil pessoas visitaram diariamente a exposição
publicado: 03/12/2008 10h45, última modificação: 20/06/2018 17h03

A Superintendência Regional da Codevasf em Alagoas realizou a III Exposição Agropecuária e Cultural do Baixo São Francisco. Dezessete empresas e instituições participaram durante os três dias do evento. Em média cerca de 5 mil pessoas visitaram diariamente a exposição. Segundo o superintendente regional da Companhia em Alagoas, Antônio Nélson Oliveira de Azevedo “a exposição, que começou como um encontro de amigos para mostrar os produtos dos distritos de irrigação, hoje tornou-se um evento de uma magnitude ímpar na história cultural da região. Temos prefeituras, instituições culturais, empresas que investem na região, e principalmente o grande apreço do público, que veio prestigiar e apoiar esta iniciativa.”

Entre os visitantes estavam o deputado federal Givaldo Carimbão; representante do governador de Alagoas, Hibernon Cavalcante; os prefeitos de Igreja Nova, Neiwton Silva, e de Porto Real do Colégio, José Reis, e o prefeito eleito de Penedo, Alexandre Toledo.

“Para o próximo ano queremos aumentar o número de empresas e entidades participantes, e fazer uma programação mais variada, procurando mostrar o que a região do Baixo São Francisco tem de melhor nas áreas de cultura e agropecuária”, afirmou o assessor de Comunicação e Marketing da Codevasf em Alagoas, Aníbal Luíz Calumbí Lôbo, responsável pela organização do evento.


ATRAÇÕES CULTURAIS

A dança do Coco, apresentada pelo grupo de dança do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) da prefeitura de Igreja Nova (AL), foi uma das atrações da Exposição. A dança é de origem maranhense e, segundo os historiadores, nasceu do canto dos trabalhadores nos babaçuais. É uma dança de roda cantada, acompanhada dos sons de pandeiros, ganzás, cuícas e das palmas dos que formam a roda.

Outra atração da exposição em Alagoas foi o grupo Caçuá que apresentou músicas tradicionais e folclóricas dos ribeirinhos com detalhes de sua pacata, mas alegre vida às margens do rio São Francisco. O grupo, que é de Piaçabuçu, foi fundado em 1999, e desde então tem se destacado no cenário artístico estadual e até nacional.

O pastoril foi outra atração da exposição e foi apresentado pelo Grupo da Melhor Idade, de Penedo. No palco, os idosos mostraram que ainda têm energia e a apresentação durou cerca de 40 minutos.