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Cadeia Produtiva da Rizicultura de Alagoas recebe capacitação para pesquisa e produção

publicado: 06/12/2019 11h29, última modificação: 06/12/2019 11h29

Rizicultores e técnicos que atuam na cadeia produtiva do arroz irrigado nos projetos públicos de irrigação mantidos pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) em Alagoas concluíram na quarta-feira (04) o quinto módulo da capacitação continuada ofertada por um conjunto de instituições públicas que atuam para aperfeiçoamento e modernização da cultura do arroz na região da bacia do São Francisco. Nesta edição, os agricultores e técnicos foram capacitados para ações de pesquisa e produção de arroz.

Capacitação de rizicultoresSegundo o engenheiro agrônomo da Codevasf Pedro Melo, representante da Companhia no grupo de instituições, as capacitações continuadas promovidas pelo grupo de instituições ocorre desde 2017. Este quinto módulo deu continuidade as ações que pretendem dar um salto de qualidade e de produtividade nos cultivos dos projetos públicos de irrigação do Boacica, em Igreja Nova (AL), e do Itiúba, em Porto Real do Colégio (AL), ambos mantidos pela Codevasf.

“As capacitações ofertadas têm o objetivo de intervir na cadeia produtiva do arroz em Alagoas para que possamos aumentar a produção e a produtividade da atividade. E, mais ainda, para que os projetos de irrigação possam aperfeiçoar a qualidade dos grãos produzidos. Estamos continuamente capacitando não somente os agricultores, como também os técnicos que atuam na cadeia produtiva, como engenheiros agrônomos e técnicos agrícolas”, explicou o engenheiro agrônomo da Codevasf.

Ele ainda destacou que o grupo de instituições e os próprios agricultores já sentem os resultados das intervenções na cadeia produtiva do arroz. “Durante esse módulo, pudemos ouvir dos agricultores que já houve uma melhoria significativa na qualidade dos grãos produzidos nos projetos de irrigação da Codevasf, o que, segundo eles, está permitindo a conquista de novos mercados e a venda certa da produção. Isso se percebe no aumento da classificação do arroz produzido em Alagoas, onde hoje temos conseguido classificar uma boa parte da produção local de grão como classe 1, o padrão mais alto de qualidade do arroz”, revelou Melo.

5º MÓDULO DE CAPACITAÇÕES

Neste módulo, os participantes discutiram as principais demandas da rizicultura em Alagoas e apresentaram sugestões de problemas para execução de ações de pesquisa e transferência de tecnologia. Entre os assuntos tratados na capacitação estão o manejo da lavoura com ênfase nas demandas do setor produtivo, as principais pragas e doenças e as técnicas de manejo para controle. Os agricultores e técnicos também puderam conhecer e tirar dúvidas sobre ensaios científicos que estão sendo testados quanto à doenças, manejo de cultura e pragas.

Nas edições anteriores, foram trabalhados outros conteúdos relacionados ao cultivo de arroz irrigado como doenças, manejo de plantas invasoras, aspectos fitossanitários, ensaios de campo, entre outros temas.

Além da Codevasf e da Embrapa, o conjunto de instituições públicas que atuam para na cadeia produtiva da rizicultura na região da bacia do São Francisco em Alagoas é composto pelo Sebrae e Emater/AL e possui ainda a adesão de outras instituições, como prefeituras municipais e outros órgãos federais e estaduais, em demandas específicas.

O quinto módulo de capacitações continuada contou com o apoio das prefeituras municipais de Penedo, Igreja Nova, Piaçabuçu e Porto Real do Colégio, da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura de Alagoas (Seagri/AL) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).