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Iniciadas as obras do aterro sanitário de Irecê

A região de Irecê, por meio do consórcio entre oito cidades, deflagrou ontem (06), na Câmara de Vereadores de Irecê, a ordem de serviços para início das obras para a construção do primeiro Aterro Sanitário em regime de consórcio da Bahia e do Médio São Francisco Baiano.
publicado: 07/10/2011 11h43, última modificação: 20/06/2018 17h12

A região de Irecê, por meio do consórcio entre oito cidades, deflagrou ontem (06), na Câmara de Vereadores de Irecê, a ordem de serviços para início das obras para a construção do primeiro Aterro Sanitário em regime de consórcio da Bahia e do Médio São Francisco Baiano.

A obra orçada em R$ 3,5 milhões é objeto de um convênio firmado entre a Codevasf e a Prefeitura Municipal de Irecê-BA, abrangendo os municípios de Central, Irecê, João Dourado, Jussara, Lapão, Presidente Dutra, São Gabriel e Uibaí, atendendo uma população de mais de 150 mil habitantes. Os recursos repassados e fiscalizados pela Codevasf são oriundos do Programa de Revitalização de Bacias Hidrográficas.

Além dos recursos do Convênio, também serão alocados outros valores para o encerramento e remediação dos lixões atuais. Nessa nova etapa serão investidos pela Codevasf mais R$ 6,5 milhões que complementarão o processo.


CARACTERÍSTICA TÉCNICAS - O Aterro Sanitário da Região de Irecê contará com 5 células para disposição dos resíduos sólidos, além de 2 células de resíduos de saúde, ao todo poderá acumular 1.285 m3 de resíduos. O Aterro também disporá de instalações de administração, guarita, sala de controle, balança, estacionamento e Sistema de Coleta de Gás, cinturão verde e paisagismo.

Nas etapas de encerramento e remediação dos lixões também contarão com a construção de Unidades de Triagem e Postos de Entrega Voluntária.


BENEFÍCIOS – Com a implantação do Aterro, a região de Irecê terá maior proteção das suas águas superficiais e subterrâneas, proteção do solo, redução de doenças e vetores, diminuição de odores desagradáveis, redução do risco de saúde aos catadores, redução da transmissão de patogênicos por via hídrica (tanto na criação de animais, como na alimentação humana), melhoria estética e possibilidade de uso futuro da área.