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Manejo e conservação de solo serão debatidos em Irecê

A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) promove nos dias 30 e 31 de outubro, em Irecê (BA), um seminário sobre manejo e conservação de solos. Participarão do encontro técnicos da Codevasf, do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e de diferentes centros de pesquisa vinculados à Embrapa - Semiárido, Mandioca e Fruticultura, Algodão e Cerrado -, além de agricultores que ocuparão a primeira etapa do projeto irrigado Baixio de Irecê. O evento será realizado no escritório da Codevasf em Irecê.
última modificação: 20/06/2018 17h18

A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) promove nos dias 30 e 31 de outubro, em Irecê (BA), um seminário sobre manejo e conservação de solos. Participarão do encontro técnicos da Codevasf, do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e de diferentes centros de pesquisa vinculados à Embrapa - Semiárido, Mandioca e Fruticultura, Algodão e Cerrado -, além de agricultores que ocuparão a primeira etapa do projeto irrigado Baixio de Irecê. O evento será realizado no escritório da Codevasf em Irecê.

Os organizadores do seminário têm dois objetivos principais. O primeiro é o de compartilhar com os futuros ocupantes do Baixio de Irecê experiências, conhecimentos e resultados de pesquisas relacionadas a manejo e conservação do solo. O segundo é o de formular um termo de cooperação técnica voltado para a implantação de unidades demonstrativas de inovação e pesquisa para difusão de tecnologias no Baixio, a serem financiadas pela Codevasf.

De acordo com o coordenador do Grupo de Trabalho de Rochagem da Companhia, Paulo Ricardo Cerqueira, a cooperação, a ser estabelecida entre Codevasf, Embrapa e CPRM, permitirá que se avalie o uso de pó de rochas e rejeitos de mineração ricos em potássio e fósforo no trabalho de manejo e conservação de solos em perímetros irrigados mantidos pela empresa. Os estudos também avaliarão a digestibilidade desses materiais por caprinos e ovinos.

“Queremos estudar oito amostras de rochas e rejeitos da região de Jaguarari e seis da região de Irecê, na Bahia”, diz Cerqueira. “O fósforo e o potássio são essenciais ao bom desenvolvimento da agricultura. Atualmente o Brasil precisa importar esses elementos. De acordo com dados de 2009 da Associação Nacional para Difusão de Adubo, 54% do fósforo e 92% do potássio consumidos no Brasil têm origem em outros países”, acrescenta. O uso de pó de rocha e de rejeitos de mineração disponíveis em Jaguarari e Irecê podem vir a reduzir custos de produção e a aumentar o grau de sustentabilidade de sistemas produtivos.

Veja fotos ilustrativas no perfil da Codevasf no Flickr:
https://www.flickr.com/photos/codevasf/sets/72157647616382408/