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Comitiva para a Austrália

Uma missão do Ministério da Integração Nacional, liderada pelo ministro Fernando Bezerra Coelho, inicia viagem de uma semana à Austrália. Também integram a comitiva o presidente em exercício da Codevasf, Clementino de Souza Coelho,os secretários Augusto Wagner (Infraestrutura hídrica); Ramon Rodrigues (Irrigação); e Humberto Viana (Defesa Civil).
publicado: 19/08/2011 17h38, última modificação: 20/06/2018 17h11

Uma missão do Ministério da Integração Nacional, liderada pelo ministro Fernando Bezerra Coelho, inicia viagem de uma semana à Austrália. Também integram a comitiva o presidente em exercício da Codevasf, Clementino de Souza Coelho,os secretários Augusto Wagner (Infraestrutura hídrica); Ramon Rodrigues (Irrigação); e Humberto Viana (Defesa Civil).
Fazem parte ainda o diretor do Dnocs, Elias Fernandes, o assessor especial do ministro,Wagner Maciel, e o assessor de Relações Internacionais, Mauro Couto. O objetivo é conhecer experiências bem sucedidas em três áreas de atuação que são prioritárias na pasta: proteção civil, irrigação e gestão e manejo de recursos hídricos.

O convite foi feito pelo Banco Mundial e tem ainda o apoio do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD).Essa viagem, que chegou a ser iniciada em junho, foi interrompida no Chile por conta das cinzas do vulcão Puyehue, que provocou o cancelamento dos vôos para o Hemisfério Sul.

Uma das regiões a ser visitada será a da bacia dos rios Murray e Darling, com 3.700 km de  extensão, a mais importante área agrícola do País. O sistema de gestão das águas, visando à sustentabilidade, vem sendo aperfeiçoado nos últimos anos, e poderá contribuir nos estudos para a criação do modelo que será adotado no Projeto de Integração de Bacias do São Francisco.

A eficiência e a eficácia da Austrália na gestão de riscos e desastres em defesa civil, e, sobretudo, nas medidas de prevenção, será outro ponto a merecer especial atenção da comitiva. No início do ano, a Austrália foi castigada por chuvas acima da média e alagamentos em grande parte do seu território, mas, por dispor de um eficiente sistema de prevenção, não sofreu grandes perdas.

No que se refere à irrigação, serão observadas as experiências australianas envolvendo as Parcerias Público-Privadas (PPPs), que no Brasil vem sendo consideradas como a saída para estimular os investimentos no setor. A comitiva também irá conhecer o processo local de produção de etanol extraído do agave, uma planta parecida com o sisal e típica de regiões semiáridas.  A expectativa é que ela possa vir a ser uma boa alternativa de geração de energia limpa e renovável no semiárido brasileiro, como complemento à produção de etanol à base de cana-de-açúcar.
Fonte: site do ministerio da integração: http://www.mi.gov.br