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Apicultores de Sergipe ganham Apis Móvel

Com recursos da Codevasf e da Secretaria de Programas Regionais, do Ministério da Integração Nacional, o Arranjo Produtivo Local (APL) de apicultura, em Sergipe, conta agora com o Apis Móvel
publicado: 30/11/2007 15h31, última modificação: 20/06/2018 17h08

Com recursos da Codevasf e da Secretaria de Programas Regionais, do Ministério da Integração Nacional, o Arranjo Produtivo Local (APL) de apicultura, em Sergipe, conta agora com o Apis Móvel, um veículo que tem a função de apoiar os apicultores no processo de colheita, monitoramento e coleta das amostras do mel para a análise físico-química do produto. Mensalmente o transporte passa pelas comunidades pertencentes ao APL, agenda calendários de colheita e dá o suporte inicial à atividade.

A meta é que no biênio 2008/2009 o veículo possa atuar no melhoramento dos enxames, com a implementação do banco de rainhas. "Uma das maiores dificuldades dos apicultores em nossa região, que em sua maioria é formada de agricultores familiares, é a falta de meios para que possam desenvolver a atividade de forma correta. Com esse veículo, o suporte é imediato e a tendência é uma apicultura cada vez com maior padrão de qualidade e profissionalismo", comenta o engenheiro florestal da Codevasf, Ronaldo Fernandes, chefe da Unidade Regional de Arranjos Produtivos da 4ª Superintendência Regional.

COLHENDO RESULTADOS

O APL de apicultura do Baixo São Francisco Sergipano iniciou suas atividades em dezembro de 2005. Em dois anos de implementação foram desenvolvidas atividades com foco na agregação produtiva e aumento da capacidade de produção local.

Atualmente, estão envolvidos no trabalho cerca de 150 famílias, distribuídas em oito municípios, cinco prefeituras municipais e cinco instituições: Federação Apícola de Sergipe, Instituto Xingó, Instituto Bioterra, SEBRAE e Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP).

Todo o mel produzido no APL em 2006 e 2007 foi comercializado. Uma parte da produção foi vendida para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para inclusão na merenda escolar e outra parte para o mercado varejista. Segundo dados preliminares, o projeto conseguiu elevar a renda de cada família em 1/3 do salário mínimo/mês.