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Posse de Jonas Paulo

A posse do novo diretor da Área de Produção da Codevasf, Jonas Paulo de Oliveira Neres, aconteceu hoje pela manhã, no auditório da Companhia, em Brasília. A solenidade foi prestigiada pelo ministro da Defesa, Waldir Pires; pelos deputados deferais, Givaldo Carimbão (PSB/AL), Guilherme Menezes (PT/BA), João Leão (PP/BA), José Rocha (PFL/BA), Zezéu Ribeiro (PT/BA); pelos superintendentes regionais da empresa; pelos diretores da Codevasf, Ana Lourdes Nogueira Almeida e Clementino Coelho; pelo presidente da Codevasf, Luiz Carlos Everton de Farias, pelos funcionários e prefeitos do estado da Bahia.
publicado: 21/06/2006 11h52, última modificação: 20/06/2018 16h59

A posse do novo diretor da Área de Produção da Codevasf, Jonas Paulo de Oliveira Neres, aconteceu hoje pela manhã, no auditório da Companhia, em Brasília. A solenidade foi prestigiada pelo ministro da Defesa, Waldir Pires; pelos deputados deferais, Givaldo Carimbão (PSB/AL), Guilherme Menezes (PT/BA), João Leão (PP/BA), José Rocha (PFL/BA), Zezéu Ribeiro (PT/BA); pelos superintendentes regionais da empresa; pelos diretores da Codevasf, Ana Lourdes Nogueira Almeida e Clementino Coelho; pelo presidente da Codevasf, Luiz Carlos Everton de Farias, pelos funcionários e prefeitos do estado da Bahia.

Jonas Paulo exercia o cargo de superintendente da Regional da Codevasf em Bom Jesus da Lapa, na Bahia, e também é coordenador do Núcleo de Articulação do Programa de Revitalização do Rio São Francisco (NAP/BA). “Isso é resultado de um trabalho coletivo e representa a criação de novas perspectivas em vários segmentos, como nos arranjos produtivos locais (APLs), ações de revitalização e programas de irrigação”, revela Jonas Paulo. “A nomeação foi um processo natural, diante de tantas ações e trabalhos realizados em parcerias com a sociedade organizada”, acrescentou.

Perfil

Jonas Paulo é carioca, mas se considera nordestino. Apaixonado pela Bahia passou oito anos exilado durante a Ditadura Militar – pertencia a uma organização que combatia a Censura. Primeiro Argentina, depois França, Portugal e, finalmente, Angola, onde ficou mais tempo e trabalhou com a reforma agrária, além de ajudar a preparar o governo da república no departamento de Reconstrução Nacional do Movimento Popular de Libertação. Antes de voltar para o Brasil, formou-se em Sociologia do Desenvolvimento, na França. Há 25 anos mora na Bahia. “Ibotirama é meu mundo”, resume.