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Lançamento do Velho Theo

Em evento realizado ontem (21), na cidade de Barra (BA), foi feito o lançamento da embarcação fluviográfica Velho Theo, que fará levantamentos físicos e estudos voltados à recuperação do Velho Chico, mapeando um trecho entre Ibotirama e Juazeiro. A embarcação foi construída pelo governo do Estado e pela Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) e será operacionalizada com recursos da Codevasf e também da Chesf.
publicado: 22/12/2005 13h00, última modificação: 20/06/2018 16h56

Em evento realizado ontem (21), na cidade de Barra (BA), foi feito o lançamento da embarcação fluviográfica Velho Theo, que fará levantamentos físicos e estudos voltados à recuperação do Velho Chico, mapeando um trecho entre Ibotirama e Juazeiro. A embarcação foi construída pelo governo do Estado e pela Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) e será operacionalizada com recursos da Codevasf e também da Chesf.

Também foi lançada uma das fases do projeto Hidrovia do São Francisco que será a construção do campo de provas, onde será feito o desassoreamento e derrocamento do Rio. Participaram do evento o diretor da Área de Engenharia, Clementino Coelho, representantes da Secretaria de Planejamento do Governo do Estado da Bahia (Seplan), o Superintendente da Codevasf em Bom Jesus da lapa, Jonas Paulo, e autoridades.

Essas ações fazem parte da revitalização do rio São Francisco no estado. Entre os objetivos pode-se citar a estabilização das margens; o combate e controle da erosão; reflorestamento ciliar, balanceamento hídrico e energético; melhoria nas vazões de estiagem e obtenção de maiores níveis de reservatórios; estabilização do leito fluvial natural.

PERSPECTIVAS - As ações de revitalização virão minimizar os problemas do São Francisco e oferecer melhor qualidade de vida aos habitantes que dele vivem. Hoje, o trecho do rio entre Ibotirama e Juazeiro/ Petrolina, por exemplo, apresenta em seu leito assoreamentos localizados; erosões de margens; degradação dos afluentes; soterramento do leito entre outros problemas. Os vilarejos apresentam baixos níveis de infra-estrutura, cidades isoladas dos grandes centros e falta de perspectiva econômica .